15 Fevereiro, 2011

Poema número III


Penso, quando de tuas carnes, o furor,
anuncia escandaloso teu orgasmo,
e me apertas com violento entusiasmo,
Que é bom foder-te com carinho e despudor.

Faminto, ao notar os teus espasmos,
Só penso em atender os teus apelos
e abocanhar-te os seios, coxas, bunda e grelo,
que qualificar “delicioso” é pleonasmo

Mas não é somente isso, ó menina,
Não é apenas coxas, seios e vagina!
E é arriscado que tão franco me declare:

Mas mesmo que em mim não acredite,
em meu caralho e coração há apetite
Pra foder-te até que a morte nos separe.

1 comentários:

M. Mayona disse...

Que poema massa do caralho!!! Pura volúpia!! Quem escreveu? Beijos!!