24 Maio, 2010

Soneto de pau pequeno


Maria, a imensa espessura
De teu canal não permitiu
Que eu satisfizesse o teu cio
Que saciasse, enfim, tua secura

O meu singelo órgão não serviu
Apesar do esforço e da postura
Perdeu-se naquela imensa largura,
No momento em que tua vulva se abriu

Discrepância suscitou tal episódio
E recíprocos impropérios, como é obvio,
Derivaram dessa cena desastrosa

Me acusas de ter um pau insignificante
Ao passo que eu espalho, acutilante
Que tu, além de arrombada, és mentirosa.

3 comentários:

Prozac Bar disse...

Ficou do caralho Emanuel!

Prozac Bar disse...

Do caralho Emanuel!

Paulo Ramos disse...

Sensacionalíssimo!!!